Natal
Eu quero renovar minhas forças, bebendo da minha própria alma, numa sede desatinada. Quero me digerir e me ruminar. Um dia ainda vou engolir a mim mesma, como uma cobra engolindo o rabo. Alguém testemunhará meu desaparecimento súbito, indolor, extasiado.
Monday, December 24, 2007
Wednesday, December 19, 2007
डेथ काम विथ थे निघत
टूक यू इन हेर आर्म्स
टूक यू आवे फ्रॉम मी
चोरुस:
सोम वोर्ड्स इ'ल नेवर से
सोम फीलिंग्स इ'ल नेवर फील
'कुस यू'रे गोने
थे स्टार्स रेमिंद मी ऑफ़ यौर एएस
थे सुन्सेट रेमिन्ड्स मी ऑफ़ यौर लिप्स
थे सी कोमेस ओवर थे सनद
बुत वहत इ सी इस यू ऎंड मी
रेपात चोरुस
इ कैन फील थे पोएट्री ऑफ़ यौर वौइस्
थे मेलोडी ऑफ़ यौर वोर्ड्स
यू'रे स्टील इन माय द्रेंस
यौर स्मेल इस स्टील ओं माय सकीं
यौर सोल इस स्टील इन माय ब्लड
ऎंड वी'ल अल्वाय्स बे क्लौड ऎंड रैन...
टूक यू इन हेर आर्म्स
टूक यू आवे फ्रॉम मी
चोरुस:
सोम वोर्ड्स इ'ल नेवर से
सोम फीलिंग्स इ'ल नेवर फील
'कुस यू'रे गोने
थे स्टार्स रेमिंद मी ऑफ़ यौर एएस
थे सुन्सेट रेमिन्ड्स मी ऑफ़ यौर लिप्स
थे सी कोमेस ओवर थे सनद
बुत वहत इ सी इस यू ऎंड मी
रेपात चोरुस
इ कैन फील थे पोएट्री ऑफ़ यौर वौइस्
थे मेलोडी ऑफ़ यौर वोर्ड्स
यू'रे स्टील इन माय द्रेंस
यौर स्मेल इस स्टील ओं माय सकीं
यौर सोल इस स्टील इन माय ब्लड
ऎंड वी'ल अल्वाय्स बे क्लौड ऎंड रैन...
Meu dia todo foi escrever
De madrugadinha mesmo, eu já querendo papel e caneta,
Vendo o céu se abrindo em tons de cinza, amarelos e anis.
Eu dormi, sonhando em escrever sobre coisas irreais
Acordei e vim pro teclado, mas os dedos não quiseram acompanhar.
E me doeu me sentir assim tão seca diante das letras,
Partes das palavras que me angustiavam,
Como um filho vindo ao mundo.
Muda.
Fui lavar roupas. A roupa molhada me acariciando os seios.
E a lascívia, esquentando meu sexo,
Eu corro.
Aquilo tudo de vida que perspassou minha alma, tinha de ser poesia.
Voltando da cozinha, "vou escrever uma lista de compras!"...
Até chegar ao quarto e não lembrar sobre o que ia escrever... de manhã...
Mas de manhã eu ainda não tinha pensado com palavras,
Eram só os sussurros do fundo do peito lançando sementes na minha imaginação!
E eu, um pouco como quem se entrega,
Deixei esses versos, em vão, escapar.
De madrugadinha mesmo, eu já querendo papel e caneta,
Vendo o céu se abrindo em tons de cinza, amarelos e anis.
Eu dormi, sonhando em escrever sobre coisas irreais
Acordei e vim pro teclado, mas os dedos não quiseram acompanhar.
E me doeu me sentir assim tão seca diante das letras,
Partes das palavras que me angustiavam,
Como um filho vindo ao mundo.
Muda.
Fui lavar roupas. A roupa molhada me acariciando os seios.
E a lascívia, esquentando meu sexo,
Eu corro.
Aquilo tudo de vida que perspassou minha alma, tinha de ser poesia.
Voltando da cozinha, "vou escrever uma lista de compras!"...
Até chegar ao quarto e não lembrar sobre o que ia escrever... de manhã...
Mas de manhã eu ainda não tinha pensado com palavras,
Eram só os sussurros do fundo do peito lançando sementes na minha imaginação!
E eu, um pouco como quem se entrega,
Deixei esses versos, em vão, escapar.
Monday, December 10, 2007
Uma imagem flutuando diante dos meus olhos,
Curvas de uma onda alucinante;
Peso de olhares que inexistem,
As lágrimas no papel, palavras em meus olhos,
Escorrendo pelo meu rosto, como
Os pés de uma bailarina, pelos meus pensamentos;
Juras se perdendo ao vento,
Sussurros apaixonados chegam à minha pele,
Uma queimadura de terceiro grau,
Eu já não tenho amor nem coragem,
Parindo pombas negras e lésbicas,
Sofrendo com as línguas, navalhas?
Uma dor sufoca minhas têmporas,
Sugo a vida num canudo de plástico,
O sol se deita sobre a relva, com a graça
De duas amigas, duas luas, sem fases,
Sem frases, sem rumo, sem fim.
07/03/1998
Curvas de uma onda alucinante;
Peso de olhares que inexistem,
As lágrimas no papel, palavras em meus olhos,
Escorrendo pelo meu rosto, como
Os pés de uma bailarina, pelos meus pensamentos;
Juras se perdendo ao vento,
Sussurros apaixonados chegam à minha pele,
Uma queimadura de terceiro grau,
Eu já não tenho amor nem coragem,
Parindo pombas negras e lésbicas,
Sofrendo com as línguas, navalhas?
Uma dor sufoca minhas têmporas,
Sugo a vida num canudo de plástico,
O sol se deita sobre a relva, com a graça
De duas amigas, duas luas, sem fases,
Sem frases, sem rumo, sem fim.
07/03/1998
[Acróstico]
Leva contigo meus pensamentos,
Agora, que não te tenho aqui,
Recebe nas tuas, minhas mãos,
'Inda que só na imaginação,
Sussurra ao vento, ele há de
Sossegar-me com tuas palavras,
Ainda que não estejas aqui.
Ata minha alma à tua,
Mistura meu sangue ao teu,
Assim, vai parte de mim:
Notas da minha música...
De ti, guardo parte que, toda, é tua:
Alma, mente e corpo "meus"...
Leva contigo meus pensamentos,
Agora, que não te tenho aqui,
Recebe nas tuas, minhas mãos,
'Inda que só na imaginação,
Sussurra ao vento, ele há de
Sossegar-me com tuas palavras,
Ainda que não estejas aqui.
Ata minha alma à tua,
Mistura meu sangue ao teu,
Assim, vai parte de mim:
Notas da minha música...
De ti, guardo parte que, toda, é tua:
Alma, mente e corpo "meus"...
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